quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Waldo X Picanha


Após um grande pequeno  hiato o Bauru com Coentro volta de férias.
E o que melhor para isso do que falar de x-picanha? E x-mignon também...
Mas não x-picanhas e x-mignon quaisquer, os do Waldo X Picanha.
Ualdo
O Waldo X Picanha já é uma lanchonete tradicional de Curitiba, “desde 1984 acompanhando a noite curitibana” – diz o menu,  além de já ter levado vários prêmios de melhor sanduíche.
Valdo
Fui conferir o restaurante da Praça das Nações, mas existem alguns outros pela cidade. O das Nações é bastante compacto, com algumas mesas do lado de fora, menos ainda do lado de dentro e um pequeno balcão. Atrás do balcão, visível para todos, está a cozinha.
Onde a mágica acontece
O preço dos lanches que eles oferecem estão na média do que se cobra por aí, mas os lanches estão acima da média.
Tudo bem que eu pedi os lanches mais caros da casa, porque além de gordo eu tenho sérios problemas e gasto tudo o que eu não tenho comendo, mas não creio que a quantidade absurda de recheio que me causou grande dificuldade para conter dentro do pão seja menor nos outros sabores.
Eu pedi um x-mignon e a sra. Coentro um x-picanha (R$17,50 cada um). O preço pode parecer salgado, mas para um sanduíche com filet mignon e com picanha e pela quantidade de carne que vem no pão não é nenhum absurdo. Mas mesmo assim você pode optar pelos outros sanduíches, o hambúrguer simples sai por R$7,00 ou R$7,50 o x-burger.
Recheio pulando pra fora do pão
Como eu disse eu tive uma grande dificuldade em impedir que o mignon caísse do pão, comer os lanches dele requer cuidado e habilidade. No meu caso, que sempre faço uma bagunça com a mais simples das comidas, o resultado não foi muito agradável, mas no fim saí vitorioso. Conseguindo, inclusive, roubar um pedaço do lanche da sra. Coentro com sucesso.
O sabor certamente compensa o trabalho, os dois foram mais do que aprovados.  E dizer que o sanduíche é difícil de comer pela quantidade excessiva de recheio já é um grande elogio, pode ir com fome.
A única coisa que me incomodou foi a ausência total de batata frita. Não apenas acompanhando o lanche, mas do cardápio. Não havia nem a opção de porção de fritas, o que é uma pena. Mas no fim das contas até que funcionou para melhor, já que eu não estava aguentando comer mais nada. Pelo menos eu voltei a pé para casa.
"Tira logo a foto que eu tô com fome!"
E se você não quiser sair de casa eles também oferecem o serviço de entrega, até mesmo com pedido on-line ( http://www.waldoxpicanha.com.br ) ou pelo telefone 3244-4445 (Água Verde) e 3264-4445 (Alto da XV). Mas o legal mesmo é ir até algum restaurante da rede para aproveitar o ambiente.
E são vários pela cidade: na Praça das Nações (Rua Presidente Beaurepaire Rohan, 845 - Alto Rua XV), no Alto da XV (Rua Quinze de Novembro, 2600), no Água Verde (Av. República Argentina, 535) e no Batel (Rua Benjamin Lins, 840).

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Bonna Panquecas

Já faz tempo que eu sou fiel frequentador da Bonna Panqueca.
E para me conquistar a comida tem que ser boa, muito boa, barata, ou tão barata quanto se pode ser ao se comer fora, e vir em maior quantidade que se pode comer.
A Bonna Panquecas reúne todos os três requisitos.

Panquecas! o/
Na Bonna Panquecas você encontra, bem, panquecas. Apesar de agora eles tem um menu mais completo com outras opções (além da filial do Mercado Municipal que é Panquecas e Grelhados). Mas são panquecas de todos os tipos, divididos no cardápio por carnes, bacon/presunto/calabresa, frango, frutos do mar, palmito e queijo e vegetais.
A minha favorita é a de frango a quatro queijos (R$12,50). Apesar de eu normalmente pedir levando em conta mais a promoção do dia do que a minha predileção. E sempre tem algum sabor em promoção, não é uma promoção magnífica, mas você acaba economizando uns 3 reais.
Além da panqueca você pode pedir uma mini salada ou uma porção pequena de fritas (por mais R$3,00).
Pedi fritas, é claro. A sra. Coentro pediu sem acompanhamento mesmo, já que a panqueca é grande o suficiente para que ela não aguente comer a batata. Eu faço um esforço.

Se escrever isso está me deixando com fome, sinto por você, leitor
Ao fazer o pedido eles já perguntam se você quer que coloquem cebolinha sobre a sua panqueca. Eu normalmente peço que sim.
O grande diferencial da Bonna é que recheio não está apenas por dentro da panqueca, o molho que a recobre também é repleto de pedaços de, no meu caso, frango.
E para ajudar tudo isso é muito, muito bom. O molho, o recheio, a massa, é tudo muito gostoso. As fritas também.
Com fome?
Outro diferencial são as bandejas em forma de pentágono, pelo menos na do shopping Estação, o que facilita muito sentar lado a lado naquelas mesas redondas da praça de alimentação.
O melhor de tudo: as panquecas mais caras são R$14,90 (as com bacalhau, camarão e filet mignon).
Você encontra Bonna Panquecas nos shoppings Estação, Palladium, Barigui e no Mercado Municipal.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

King's Pastéis

Todo hiper mercado tem uma praça de alimentação. Algumas maiores e mais elaboradas, ou pelo menos dois ou três restaurantes e lanchonetes. A do Extra do alto da XV é uma dessas menores, com dois restaurantes e uma Casa do Pão de Queijo.
Eu já havia comido num dos restaurantes de lá e havia gostado, então quando eu estava ali na região e a procura de um restaurante para um almoço rápido (e razoavelmente barato) decidi comer de novo no mesmo lugar, só para garantir.

Rei do Pastel
O King's Pastéis é um pouco de tudo. Além dos pastéis do nome, eles também servem pizzas, pratos prontos e massas (talharim, lasanha e nhoque). Sempre com a opção de se misturar tudo isso num prato só (menos as pizzas...).
Essa mistureba não é assim tão complicada. Você escolhe uma das carnes e tem direito a três acompanhamentos entre arroz, feijão, feijão com farofa, purê de batata, batata frita, nhoque, três mini pastéis, talharim, três tipos de salada...
Como eu e a sra. Coentro temo uma já conhecida predileção por parmegiana pedimos cada um um bife à parmegiana (R$9,90). Pedi com arroz, feijão com farofa e batata frita e a sra. Coentro com nhoque, salada de cenoura e alface e batata frita.
Infelizmente lá só tem bebidas da ambev, então fomos até uma dos outros restaurante para comprar uma coca-cola de 600ml.
Mesmo sendo uma praça de alimentação eles levam o seu prato até a mesa quando está pronto. E em pouco tempo o prato já estava na nossa frente.
E aí que começaram os problemas.
A garçonete que nos trouxe as bandejas estava super mau-humorada e virou as costas antes que eu conseguisse falar "obrigado".

Salada errada!
Pra começar o prato da sra. Coentro veio com a salada trocada. Ela pediu cenoura com tomate e veio alface e tomate.  Logo que percebeu isso ela já deu uma olhada inquisidora no meu prato e perguntou “cadê o seu arroz?” e eu respondi que estava embaixo da carne.

Não estava. Meu prato, que eu pedi com arroz, feijão com farofa e batata frita veio sem arroz. Trocar uma salada de tomate pela outra salada de tomate é um erro justificável, mas simplesmente se esquecer de um dos acompanhamentos já é demais.
A sra. Coentro perguntou se eu ia até lá trocar, eu olhei no relógio, suspirei e disse que não. Estava com pressa demais pra ter que esperar sabe-se lá quanto tempo até trocarem meu prato e comi meu feijão solitário. Isso porque a atendente do caixa confirmou duas vezes o conteúdo do pedido para ver se estava certo.
Mas não para por aí, se a comida estivesse ao menos boa poderia ter compensado. Não estava.

Cadê o meu arroz?
Primeiro que a parmegiana não era parmegiana, era bife com queijo. O bife não estava empanado, como é a parmegiana, ele estava simplesmente com um pedaço de queijo (salgado demais e borrachudo) por cima e quase sem nenhum molho. Eu nem vou reclamar da quantidade de molho já que ele era tão ruim que eu acabei agradecendo por quase não ter vindo.
Segundo que o nhoque do prato da sra. Coentro era pura farinha, duro e ruim, além de ser coberto do molho maldito.
Terceiro que a comida no geral era mal preparada, mal temperada, ruim, com excesso de sal e vinha em pouca quantidade. Mas a parte da pouca quantidade eu nem vou reclamar tanto assim, apesar de eu acabar tendo continuado com fome.
E para não dizerem que eu só falei mal, o feijão com farofa até que não era tão ruim, apesar de serem aquelas farofas pré-prontas que não são lá essas coisas, e a batata frita era boazinha.
Nós optamos por comer lá por estarmos com pressa e por já ter comido lá e gostado, mas o arrependimento foi profundo.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Madero - A Revanche! (Largo da Ordem - Relógio das Flores)


Pois é, meu povo. Primeiro não prejuízo do blog hein? Tamos ficando famosos...
Seguinte: logo após o post anterior, do Leonardo sobre o Madero Comendador, recebemos um contato pelo twitter com um convite para conhecermos o novo Madero Relógio das Flores...
Então, nós fomos.
Mas não, eu não vou elogiar só porque fomos convidados. Essa não é a proposta do blog.

O Madero é uma delícia e todo mundo concorda com isso. Continua uma delícia mesmo estando muito mais caro do que há uns meses e muito mais caro do que é justo blá³. Que fique claro que eu acho errado e um tanto quanto desrespeitoso uma rede crescer aos custos dos clientes e não de investimento. Mas enfim, vamos lá.
 

Fica no Largo da Ordem, aquele das feirinhas de domingo sabe? Em frente ao Relógio das Flores, que tem um cavalo que fica cuspindo (aqui as pessoas falam guspir, mas enfim). Do outro lado da rua, subindo mais um pouco, temos o Madero Prime Steakhouse e imediatamente ao lado o Durski.
Vamos as opiniões:
O restaurante ficou lindo. Lindíssimo. Todas as janelas e TVs são emolduradas:

Parte da estrutura original do prédio parece ter sido mantida, com tijolos aparentes e, no teto, madeiras que parecem ser para dar sustentação à construção.

Agora, vamos à crítica... Nós fomos convidados pelo twitter e recebemos um e-mail para ser impresso e que deveria ser entregue lá. Muito bem, imprimi o e-mail (que estava em nome do Leonardo) e fomos.
Chegando lá, o Leonardo se apresentou e mostrou o e-mail pra moça da recepção. Ela não sabia de nada, perguntou se era promoção do twitter, dissemos que não, explicamos o que era, mostramos o e-mail novamente, ela continuou sem saber de nada mas nos mandou entrar e nos colocou numa mesa. Esperamos, esperamos, esperamos... bem uns 15 minutos, até alguém aparecer. Esqueci o nome do moço, mas ele não era garçom, usava terno e gravata e tinha nome japonês. Fomos muito bem atendidos por ele, aliás. Perguntaram quais eram as bebidas, trouxeram e um tempo depois, vieram os lanches.



Dois cheeseburgers Jr.
Vamos as considerações. Nunca tinha comido o hamburguer do Madero. O Leonardo pediu uma vez, experimentei uma mordida e preferi continuar no cheese mignon. Pois é, o hamburguer do "The best burger in the world" não me agradou... pelo menos não num primeiro momento.
Pois bem, eu comi. E gostei muito. O hamburguer experimentado da primeira vez parecia um hamburguer caseiro qualquer, com carne moída e tudo mais. Pois esse me pareceu feito com um pedaço inteiro de carne, ou pedaços grandes, como se fosse cortado e prensado... não sei bem explicar.

 

Mas o negócio era bom. Carne bem passada, me lembrou o adorado, idolatrado, salve salve cheese mignon.
O pão francês redondo era crocante na casquinha, mas bem macio por dentro. A cocrancia me rendeu uns belos machucados na parte de baixo da boca (sério!), mas que eu nem reclamo porque tava muito bom.
Salada, queijo (infelizmente, processado (se não for, parece muito - o que dá na mesma) ô pecado!) e a ÚNICA MAIONESE DO UNIVERSO QUE NÃO ME DÁ NOJO E ENJÔO SÓ DE SENTIR O CHEIRO. Aê, Durski, como é que cê faz isso? Conta o segredo que eu prometo só contar pra minha mãe!
A porção de batatas veio muito mais farta que da última vez (espero que não seja porque entenderam qualéra a do e-mail e capricharam por isso!). Sequinhas e crocantes, mas sem machucado. Não tenho do que reclamar.

Enfim, acho que era o que eu tinha que falar. Adoro o Madero, comida de muita qualidade e já teve preços muito bons, só acho uma puta sacanagem os clientes terem que financiar toda a sua expansão. Penso eu, com meu 1 semestre de empreendedorismo na faculdade, que isso NÃO É INVESTIMENTO. Mas enfim.
Tem um novo restaurante pra abrir perto de casa, próximo ao Extra do Cristo Rei, depois do tubo Praça das Nações, na Av Nossa Senhora da Luz, e se o Madero quiser eu faço a cobertura da inauguração... hahahaha


Ah, já ia esquecendo. O Senhor Madero - vulgo chef Júnior Durski - estava almoçando lá com a Senhora Madero. Como era falta de educação ir tirar foto, o Le tirou da janela. hahahaha

Senhor e Senhora Madero.







Ah, o petit gateau super famoso e fodão eu fico devendo, nunca provei (e agora que tá caro pra caramba então...)
Agora é só isso, de verdade. Até mais.


quarta-feira, 16 de novembro de 2011

The best burger in the world

O melhor hambúrguer do mundo. É o que está escrito na fachada de cada restaurante Madero. Pode até não ser o melhor do mundo, mas pelo menos o de Curitiba é, segundo os consecutivos prêmios de "melhor hambúrguer de Curitiba" que eles levam todos os anos. E para curitibano isso já vale pelo mundo todo.
The best burger in the world
Enfim, já sou um frequentador e apreciador do Madero Burger & Grill há algum tempo. Mas devo confessar que não pelo seus hambúrgueres, mas pelo seu maravilhoso chesse mignon. Lembrando que o Madero também é premiado pela qualidade de sua carne.
Estou me adiantando, porém.
Recentemente os restaurantes Madero, sob a bandeira Burger & Grill (nunca fui na Prime Steakhouse), tem promovido uma agressiva campanha de expansão, com a criação de mais de uma dúzia de novas filiais em Curitiba, no interior e mesmo em outros estados. Praticamente há uma nova inauguração por mês.
O queridinho entre os novos restaurante é que fica na rua Comendador Araújo.
Madero B&G Comendador.
O Madero da Comendador é mais que só um Madero. Ele possui uma praça interna com a cozinha do restaurante, uma loja de vinhos, café e doceria, uma cervejaria (com um chopp artesanal próprio), e a disputada Maderoland - uma sala de jogos com todos os principais videogames, computadores e salão de jogos infantis. Confesso que desde a inauguração estava morrendo de vontade de ir conhecer e, em nome do Bauru com Coentro, finalmente fui conferir.
Se beber vinho não dirija a lambreta
Fui num domingo de sol, na hora do almoço e encontrei o lugar lotado. Mesmo com vários ambientes só conseguimos uma mesa na praça. Não que isso seja ruim, particularmente acho um dos lugares mais agradáveis para se comer. Não se deixem enganar pelo nome "praça", apesar de na primeira foto a sra. Coentro parecer estar fora do restaurante aquela é apenas a fachada interna, a fachada externa é a da segunda foto. Confuso? A fachada externa dá acesso a uma praça coberta e climatizada, ao redor da praça estão localizadas a cozinha do restaurante, a Morada Cervejaria, o café, a loja de vinhos, a Maderoland e no fundo o Madero em si.
Tem plaquinhas para você não se perder
Vamos logo ao que interessa e falemos da comida. Tudo no Madero é feito artesanalmente pelo chef Junior Durski (e pela sua equipe, obviamente), dos condimentos ao hamburguer, passando pelo sorvete, chopp e brigadeiro. E pela consistência de sabor e qualidade entre os diversos restaurantes da rede (Já fui no Estação, Palladium e na Comendador)  a equipe é muito bem treinada e supervisionada.
Ketchup artesanal
Já que estamos nos condimentos devo dizer que acho o ketchup líquido demais, prefiro os mais consistentes, mas o sabor é excepcional. E a maionese, bom, a maionese é uma maravilha, a sra. Coentro que tem nojo, odeia e não come maionese nem amarrada é apaixonada pela a produzida artesanalmente pelo chef Durski, é a única maionese que ela come.
Cheeeeeeeeeeeeeeeese Mignon
Como já disse, apesar de serem famosos pelo hambúrguer fomos ao Madero pelo cheese mignon. Comi o cheeseburger bacon clássico só uma vez, para ver se era mesmo o the best burger in the world e, tirando o feito artesanalmente pelo chef Leonardo Sales, realmente é o melhor que eu já comi. E o fato de ser servido em um pão (redondo) francês adiciona uma crocância e sabor bem acima da muchância do pão de leite, mas isso vai depender do que você está querendo para o momento, nem sempre abro mão do meu pão de hambúrguer clássico.
Pedimos direto o cheese mignon (R$21,80 acompanhado de fritas), pulando as entradas. Apesar de duas unidades de queijo coalho assado na brasa saírem por R$12,90, apenas a baiana sra. Coentro os come, sou chato, não como e ficamos sem entrada (o Madero é famoso também pelo palmito assado na brasa - de R$28,50 - mas nesse caso a sra. Coentro compartilha da minha rejeição aos palmitos).
O Madero possui um cardápio variado, com carnes consecutivamente premiadas como "a melhor carne de Curitiba". O cardápio completo você pode conferir aqui, com os preços e tudo mais (o que é raro de se encontrar nos sites).
Todos os sanduíches são acompanhados de fritas
Apesar da lotação do local fomos atendidos rapidamente, nossa coca-cola também chegou rapidamente (R$4,30 pela garrafinha de vidro de 290ml) e o sanduíche também. A rapidez teve seu preço, a carne estava levemente mal passada. Eu até prefiro assim, mas não a sra. Coentro, que gosta da carne ao ponto carvãozinho. Mas estava uma delícia como sempre.
O que não estava como sempre era o tamanho. O pão estava mais fino e menor do que da última vez que eu havia ido e a porção de batata também estava reduzida (o que é uma pena, já que são muito boas). Isso porque o preço já havia subido mais de uma vez.
Mas mais uma vez estou me adiantando.
Falemos do cheese mignon. Tudo bem que seria bem difícil de se errar quando se trata de filé-mignon, mas acertar assim é tão difícil quanto, mesmo que mal passado, até a cebola frita é uma delícia, a maionese eu já comentei e inclusive o alface é gostoso. Ok, talvez eu esteja exagerando um pouco. Vamos criticar para balancear, o queijo é do tipo processado, que por si só não é o dos melhores, e tem tomate. Tudo bem, ter tomate não é crítica, mas eu odeio tomate e sempre esqueço de pedir sem. Mas quando eu me lembro o lanche vem com uma linda bandeirinha presa num palito de dente escrito "sem alface/tomate". Tão bonitinha que a sra. Coentro a trouxe para casa e ela está aqui guardada em algum lugar.
Dá para ver que está mal passado?
Pulamos também a sobremesa. Desde que eles mudaram o cardápio das sobremesas e a forma com que os sorvetes são servidos (um copinho de 100ml do sorvete artesanal do chef Durski sai por R$5,40) a sra. Coentro deixou de pedi-los em protesto. A novidade fica por conta do brigadeiro de colher servido em uma panelinha (R$10,90) em uma receita exclusiva do chef Durski, mas a gente já tinha uma panelinha de brigadeiro exclusivo da chef Tamires Pitanga em casa.
Pulei também o café. Eles servem um café nespresso (R$4,90) que. sinceramente, se eu quisesse um café de maquinha da nescafé eu não pagaria 5 reais por um. Mas servem também um espresso Lucca (R$3,20) que é muito bom, mas eu ainda pretendo ir diretamente ao Lucca Café para um post (nunca fui ao de Curitiba, apenas ao de Salvador e não tenho do que reclamar. Tenho o que reclamar do de Curitiba, por ter tentado ir lá uma vez, mais de uma hora antes do horário de fechamento, e não me atenderem por "já terem fechado").
Vocês perceberam também que não falei do Maderoland e nem postei fotos. Há um motivo bem básico para isso. São R$8,00 para se passar meia hora jogando um de seus videogames, isso mesmo, R$16,00 por uma hora jogando Wii. Tudo bem que a área infantil possui monitoras para cuidar das crianças e que isso gera um custo, mas estão cheio de restaurantes por aí que oferecem áreas de recreação, com monitoras, sem repassar o custo para o consumidor (inclusive alguns Habib's e McDonald's que tem muito mais apelo para o público infantil). Tudo bem também que eles precisam evitar que a pessoa vá até lá, compre um refrigerante (mesmo que por R$4,30) e fique o dia todo jogando Xbox 360, mas existem outras maneiras de se fazer isso sem cobrar dezesseis reais por cada hora de kinect. Mesmo porque se você tem dois filhos e resolve ir ao Madero e eles resolvem que é uma boa ideia entrar no Maderoland por apenas uma horinha, pronto, você acabou de gastar metade da prestação de um Xbox 360 com Kinect novinho e folha para chamar de seu.
O chef Durski tem ambiciosos planos para a sua marca e a marca Madero. Campanhas publicitárias e projeto de expansão agressivos, uma nova identidade, novos restaurantes (entre a minha ida ao Madero Comendador e a publicação desse post inauguraram mais um em frente ao relógio das flores e mais um deve abrir em breve na praça da Espanha), mas parece que está deixando de lado alguns itens importantes.
E infelizmente esses itens são justamente os que fizeram eu me apaixonar pelo Madero. Comida de qualidade, a mais gostosa da cidade, em porções generosas e por preços razoáveis. Não que eles possam ser unicamente responsabilizados pelos consecutivos aumentos de preço, Curitiba foi a capital onde comer fora mais subiu no país (17,66% mais caro em 12 meses). Mas promover aumentos de preço repetidos em pouco espaço de tempo, ao mesmo tempo em que diminuem o tamanho dos sanduíches e porções e tudo isso coincidindo com a construção e a abertura em tempo relâmpago de meia dúzia de novos restaurantes pela cidade fazem parecer que quem está pagando a conta pelo crescimento do restaurante é o consumidor fiel.
E adolescentes querendo jogar kinect.
Você pode encontrar um Madero Burger & Grill nos shoppings Estação e Palladium, no Cabral (na av. Munhoz da Rocha, 580), na Comendador (r. Comendador Araújo, 152), em São José dos Pinhais (no shopping São José), no Largo da Ordem (na praça Garibaldi, em frente ao relógio das flores) e, em breve, na praça da Espanha, no Bigorrilho, em Londrina e em Maringá. Você pode encontrar o Madero Prime Steakhouse na Jaime Reis em Curitiba, em Balneáreo Camboriú e em Goiânia (sendo que aqui o cardápio é diferenciado e os preços também - o cheese mignon, por exemplo, sai por R$29,80).

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Alfajor... Lojas Americanas, Americaaaanas

 Antes de qualquer coisa... as coisas estão devagar por aqui, né... Mas é que agora o povo dessa casa é gente trabalhadora. E também porque o semestre tá no final...
Enfim, vamos ao que interessa:

 Daí pra ninguém reclamar hoje tem comida que se acha em qualquer lugar... o/
Alfajor. Comprado nas Lojas Americanas. Ou seja, tem em todo lugar e ninguém vai brigar comigo.
Alfajor Perrotta e Alfajor Montevérgine
Vamos lá então... O post é curtinho, dá pra ir até o final...
Primeiro, vamos ao Montevérgine...
Custa 99 centavos por 40g, fabricado em São Paulo.

Ele úmido e tem gosto de bolacha maisena. O recheio de doce de leite é bem mais ou menosinho... Mas não é ruim não...
Pelo preço, é uma delícia.

Agora, vamos ao Perrotta.
Ele tem cintura! hahaha
Esse aí é Uruguaio... Botei a maior fé nele, Uruguaio, barato (custa 99 centavos também), formato bonitinho/engraçado...
Mas aí... Bom, aí veio a decepção...
É seco e esfarelento. Não consegui nem sentir o gosto. Aliás, por falar em sentir, não senti o doce de leite também... CADÊ O DOCE DE LEITE, GENTE? 
Pois é, dá pra ver que ele tá ali, né... E dá pra ver também que quase não tem, né... Quando você come, percebe menos ainda.
Ou seja, reprovado.

Os dois podem ser encontrados nas Lojas Americanas, e o Montevérgine tem a versão com chocolate branco - que eu passei o mais longe que pude. Os dois custam 99 centavos e têm 40g.
E é isso... post curtinho.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Subway

Promessa é dívida. Subway não é assim muito saudável, mas é o de longe o fastfood mais saudável disponível.
Não que algo em que você possa colocar queijo cheddar, cream cheese, bacon, maionese, molho parmesão e almondegas num único lanche possa ser chamando de saudável, mas é assim que eles tentam sem vender.

Barato do dia e Baratíssimo
Para quem não conhece o sistema do subway ele é diferente dos outros fastfoods. No subway você fica em fila na frente de um vidrozinho e vai montando e as atendentes vão montando seu lanche conforme as suas opções. Você pode montar o lanche como bem entender (e pagando por isso) ou uma das receitas que eles oferecem. Mas vamos começar pelo começo, primeiro você escolhe o tipo de pão (branco, integral, parmesão e orégano, três queijos ou integral com aveia e mel), depois você escolhe o tamanho dele (15cm ou 30cm), o recheio (uma das receitas que eles oferecem), o tipo de queijo (cheddar, prato ou suíço), - nesse momento as atendentes perguntam se você quer adicional de queijo ou bacon - se quer ele quente ou frio, quais saladas você vai querer (alface, tomate, pimentão, cebola, azeitonas etc), os tipos de molho (maionese, parmesão, picante e um monte de outros que eu não anotei porque comi correndo atrasado entre o trabalho e a aula) e se quer sal, pimenta (do reino ou calabresa) ou azeite. E depois pode ainda pedir um combo com batata ruffles/doritos (ou cookie) e refrigerante.
Ufa. Parece complicado da primeira vez, mas depois você vai no automático.
Subway Cabral
Se você realmente quer ser saudável você pode, o que é quase que impossível em outros lugares. Você sempre pode optar pelo frango, peito de peru, vegetariano, atum, escolher o queijo branco, não acrescentar bacon, maionese e coisas com muito sódio, tudo num pão integral. Ou se quiser ser gordo pode pedir pão três queijos, queijo cheddar, bacon e batata frita da onda.
Meu almoço (quando tenho tempo para almoçar)
De uns tempos para cá, junto com a campanha massiva do "fastfood saudável", o Subway implementou um esquema de promoções (na mesma linha dos pequenos preços do McD's, do sua noite na medida do Pizza Hut, dos econocombos do BK e dos pequeníssimos preços do Habib's) e a cada dia um sanduíche diferente (na versão de 15cm) sai por R$6,95 e um fixo (o baratíssimo) sai em qualquer dia por R$4,95.
Até bem recentemente o baratíssimo era o Frango, mas assim que eu preparei esse post ele mudou para o de Almondegas junto com todo o cardápio do barato do dia. Mas fiquem atentos, passando por algumas franquias eu ainda vejo anunciando o de Frango como o barato do dia e não tenho certeza como funcionou esse mudança. No subway do Cabral, que foi onde eu fui, já mudaram.
Aproveitei e experimentei os dois pagando só R$4,95.
Frango no pão integral

Almôndega no pão integral
O sanduíche de peito de frango é conhecido como "chinelão de frango" por causa de sua peculiar aparência. Isso mesmo, o peito de frango grelhado deles - com marquinha da grelha e tudo mais - mais parece o solado de um chinelo havaiana. E infelizmente o sabor não fica muito distante. É uma das opções mais sem graças do cardápio. Mas as opções de queijo e molho sempre podem dar uma ajudada.
Não que peito de peru ou presunto (exatamente igual eu faço em casa e sem pagar 7 reais por ele) ou atum (que nada mais  é que um patê esquisito) fiquem muito na frente.
Então vem o pensamento "se eu comesse peito de frango sem graça com salada no pão integral no lugar do cheeseburger duplo com bacon eu não atrairia pequenos objetos por gravitação" e você come mesmo assim.
Almôndegas!

Chinelão
Já o de almôndegas vale a pena. O meu favorito, de longe. Principalmente agora que está no baratíssimo. E o fato de ele estar acompanhado de queijo suíço, salada e pão integral me dão a ilusão de estar comendo bem e saudável, o que também é uma vantagem. Ok, coloquei molho parmesão e maionese...
Por falar em molho, lembre-se que a almôndega já vem com o próprio molho de tomate e ao acrescentar mais algum você estará preparando uma pequena bomba relógio. Prepare-se para passar vergonha derramando molho por todo seu rosto e pela mesa caso não seja cuidadoso.
Para acompanhar uma coca-cola (não, não foi zero) de 300ml por mais R$2,50. Se você quiser levar para comer em casa e preferir um refrigerante em lata você será assaltado e terá que pagar R$3,60. Vá até a farmácia, conveniência, padaria, lanchonete, bar, barraquinha de cachorro quente mais próxima e compre 5l de coca-cola pelo mesmo preço (ok, 1L no máximo, talvez 2L se for num supermercado grande). Mas nada de batata ou cookie porque isso é coisa de gordo.
No total gastei menos de 8 reais e almocei relativamente saudável e razoavelmente bem para quem tinha menos de 10 minutos, menos de 10 reais e muita fome.